E me criei seminu vivendo em choças,
Nada estudei sou matuto de mãos grossas
Que de selvícula vem a minha linhagem.
Cresci doente raquítico sem coragem
Trabalhando qual boi a jugo de carroças
Sob sol, chuva em labutas pelas roças
Tétrica, cabisbaixa é minha imagem.
Da ignorância senti a vil rudeza
Mas implorei à Deus, o Pai da natureza
Meiguice, carinho, amor, paz e afeto.
Pra um selvático sem ter a luz do saber
Dos crimes mais nefandos, o homem não saber ler.
Um eu, tenho vida, sou vivo mais vegeto.
Caro poeta Ismael, tive o prazer de estar junto a ti ouvindo tuas poesias. Homem simples de mãos calejadas, fala mansa, olhos brilhantes fitando teus ouvintes, em busca de apenas um sorriso como forma de pagamento pelo teu trabalho.
ResponderExcluirUm abraço
Sargento MELO
Gostaria de ouvir do peota algo que retratasse a visão da sociedade em relação da atividade policial militar.
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